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História

 

 

O Sicoob Credpit

 

Construindo um sonho de cooperação e resultados compartilhados.

 

As ideias e os sonhos são próprios dos pioneiros e dos empreendedores, mas, as ideias só frutificam quando são boas e têm ressonância.

 

Foi assim que aconteceu com vinte pessoas, pioneiras e sonhadoras, que com muita vontade, solidariedade e altruísmo fundaram uma cooperativa para atender aos comerciantes da cidade de Pitangui. Idealizaram um nome alusivo à cidade e pertinente para a cooperativa: Credpit.

 

A ideia foi tomando forma, se consolidando, crescendo e gerando frutos. O solo era fértil, havia qualidade e competência.


O Início

 

Tudo começou às 15h do dia 06 de julho de 2000, na Rua do Pilar, 149, onde funcionava a sede da CDL – Câmara dos Dirigentes Lojistas e da, então, ASCIASPI – Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e Serviços de Pitangui. Uma reunião para criar uma sociedade cooperativa que desse suporte aos comerciantes de Pitangui e proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira com a finalidade de incentivar a produção e a produtividade de seus associados.

 

Estavam presentes os vinte sonhadores e fundadores: Antônio José de Freitas – Procópio, Antônio Luiz de Oliveira, Cláudia Maria Souza Ferreira, Edson Luiz de Faria, Francisco de Assis Gontijo, Helena Morato de Souza, Heloísa Helena Nunes Morato, Izabel Maria de Jesus Fernandes, Joelmo Santiago dos Santos, Karla Aparecida Saldanha Lacerda, Kleber Saldanha de Lacerda, Maria Bicalho Vegas, Maria Cândida de Oliveira Souza, Maria da Aparecida dos Santos, Maria Júlia de Barcelos Moreira, Maria Neuza Campos Freitas, Regina Maria Rodrigues, Selmar Ferreira do Vale, Valéria Aparecida Fagundes Miranda Tonaco e Wilson Xavier.

 

A inauguração da cooperativa

 

No dia 03 de março de 2001 a cooperativa começou a funcionar internamente para montar a estrutura operacional e administrativa e abriu suas portas no dia 21 de março.

 

A inauguração solene que marca a data de sua fundação aconteceu no dia 03 de abril de 2001.

 

No início, o trabalho era muito grande. Com um Capital Social de R$ 35.780,00, a Cooperativa abriu suas portas e começou a tarefa de conquistar associados. O maior desafio era o de demonstrar e provar que a Credpit era viável, confiável e traria muitos benefícios para os seus associados, para o comércio, a cidade e para a comunidade, através de projetos sociais.


Novos avanços no caminho certo

 

Livre Admissão

 

Em 27 de julho de 2010, a Credpit recebeu a aprovação do Banco Central do Brasil e do Sicoob Central Cecremge para apresentar o novo estatuto que a transformou em cooperativa de Livre Admissão. Esse foi um grande avanço conquistado pela firme administração, pela competência e pelo desenvolvimento operacional e gerencial. A Livre Admissão permitiu à Credpit diversificar e ampliar o seu quadro de associados, podendo fazer parte da cooperativa empresários, empreendedores e profissionais liberais de todos os ramos de atividade, tanto pessoa física com jurídica.

 

Mais uma vez, a ideia dos fundadores da Credpit foi comprovada como sendo não apenas a vontade de pioneiros sonhadores. Era uma grande realização e estava no caminho certo.

 

Sicoob Credpit

 

No mês de maio de 2011 a Credpit adotou o nome SICOOB – Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil - passando a se chamar: Sicoob Credpit.

 

Essa integração foi objeto de muitos estudos, análises e avaliações do Sistema, para a aprovação da Credpit. Todos os critérios funcionais, administrativos e operacionais foram examinados e avaliados para a cooperativa poder receber a aprovação. A Credpit foi aprovada.

 

Tornou-se mais forte e com mais possibilidades de oferecer aos seus associados uma variedade maior de produtos financeiros, melhores serviços, mais facilidades e atendimento em todo o país, onde houver a marca SICOOB.

 

PA Leandro Ferreira

 

No dia 23 de maio de 2011 foi inaugurado o primeiro Posto de Atendimento Sicoob Credpit, na cidade de Leandro Ferreira. Com essa iniciativa, a cooperativa passou a atender à população da Cidade da Fé, com qualidade e atendimento personalizados, já conhecidos pela comunidade de Pitangui.

 

Em 2011, completando dez anos, ficou provado que o sonho tornou-se uma sólida realidade. A Cooperativa tem agora mais de 3.000 associados.

 

Para melhorar cada vez mais e aperfeiçoar o atendimento e os serviços funcionais e operacionais, a diretoria e os funcionários participam de todos os cursos, treinamentos e seminários voltados para o exercício das suas respectivas atividades, valorizando sempre a característica de uma filosofia própria e personalizada do cooperativismo.

 

Ao longo desses 10 anos, a cooperativa realizou vários eventos institucionais, esportivos, sociais e educacionais com a participação das escolas da rede de ensino e da comunidade. Incentivou a Inclusão Digital, com a disponibilização de Cursos de Informática oferecidos gratuitamente aos alunos da Escola Estadual Monsenhor Artur de Oliveira e também para os associados, seus familiares e funcionários das empresas dos associados. Mais de 1.200 certificados foram entregues a alunos que concluíram os cursos. A cooperativa tem prestigia e participa de todos os eventos promocionais em parceria com o comércio e do calendário histórico e cultural da cidade.

 

PA Conceição do Pará

 

Em 29 de abril de 2013 foi inaugurado em Conceição do Pará o 2º PA do Sicoob Credpit com o objetivo de levar os serviços e o atendimento de qualidade da cooperativa para mais perto dos seus associados da cidade e da zona rural daquela importante região.

 

Ainda em 2013, no dia 23 de agosto, foram inauguradas as novas e modernas instalações do Sicoob Credpit em Pitangui com sofisticados equipamentos operacionais para oferecer mais conforto e qualidade no atendimento aos associados.

 

PA Chapadão

 

Em 12 de Setembro de 2014 foi inaugurado o mais novo PA do Sicoob Credpit; dessa vez no bairro do Chapadão. O bairro que vem crescendo a olhos vistos ainda não contava com uma instituição financeira para atender a seus quase 6.000 habitantes.

 

Ao longo desses 17 anos, a cooperativa realizou vários eventos institucionais, esportivos, sociais e educacionais com a participação das escolas da rede de ensino e da comunidade. Incentivou a Inclusão Digital, com a disponibilização de Cursos de Informática oferecidos gratuitamente aos alunos da Escola Estadual Monsenhor Artur de Oliveira e também para os associados familiares e funcionários das empresas dos associados. Mais de 1.200 certificados foram entregues a alunos que concluíram os cursos. A cooperativa tem ajudado a instituições, como o GAVE com participação financeira e a doação de uma equipada ambulância para o importante trabalho da equipe de resgate. Tem prestigiado a comunidade com projetos sociais e participado de todos os eventos promocionais em parceria com o comércio e do calendário histórico e cultural da cidade.



As Cooperativas de Crédito

 

O cooperativismo de Crédito surgiu na Alemanha entre 1847 e 1848, pelas ideias de Friedrich Wilhelm que fundou a primeira associação de apoio para a produção rural, embora não fosse ainda uma cooperativa.

 

A cooperativa de crédito urbano também surgiu na Alemanha por volta de 1849, idealizada pelo magistrado Herman Schulze na cidade de Delitzsch, com a instituição de bancos populares entre os artesãos.

O que é e como funciona uma Cooperativa de Crédito

 

A Cooperativa de Crédito é uma instituição financeira, na modalidade de sociedade de pessoas, com forma e natureza jurídica própria, sem fins lucrativos e fiscalizada pelo Banco Central do Brasil.

 

Uma cooperativa de crédito tem como finalidade gerir a poupança, propiciar crédito e prestar serviços financeiros de modo mais simples e vantajoso para seus associados.

 

A primeira Cooperativa de Crédito do Brasil surgiu com a cooperativa de consumo: Sociedade Cooperativa Econômica dos Funcionários Públicos de Ouro Preto, capital então da Província de Minas, em 27/10/1889.


Estrutura Organizacional

 

Assembleia Geral: A Assembleia Geral dos cooperados nas cooperativas singulares, que poderá ser ordinária ou extraordinária, é o órgão supremo, tendo poderes, dentro dos limites da lei e do estatuto social para tomar qualquer decisão de interesse social. As decisões tomadas nas assembleias atingem a todos os cooperados, ainda que ausentes ou discordantes.

 

Conselho de Administração – Diretoria Executiva: Compete ao Conselho de Administração planejar e traçar as normas para as operações da cooperativa e controla os resultados, respeitando os limites da Lei e atendendo as recomendações da Assembleia Geral.

 

A Diretoria Executiva, no Sicoob Credpit, é formada por:

 

  • Diretora Coordenadora Administrativa

 

  • Diretor Financeiro



A Diretoria Executiva executa as determinações do Conselho de Administração, com a auxílio de Assessorias Contratadas, da Gerência e do quadro de Colaboradores em suas áreas específicas: Comunicação Social, Assessoria Jurídica, Assessoria Contábil, Assessoria Econômica e Financeira e Informática.

 

Conselho Fiscal - A fiscalização é de competência do Conselho Fiscal, composto por seis membros (três efetivos e três suplentes) eleitos em Assembleia Geral para um mandato de dois anos. Os Conselhos de Administração e Fiscal reúnem-se ordinariamente uma vez por mês e extraordinariamente sempre que necessário.

 

O controle efetivo é do Banco Central do Brasil e se dá através da apresentação de balancetes mensais das cooperativas.

O Sicoob Fundo Garantidor - FGS, foi implantado com o objetivo de garantir os depósitos à vista e a prazo dos associados de cooperativas singulares que, eventualmente, apresentem situação de desequilíbrio patrimonial e econômico-financeiro. A constituição de fundo garantidor para as cooperativas singulares do Sicoob decorreu do fato de o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), fundo garantidor dos bancos, não oferecer cobertura aos depósitos de associados de cooperativas de crédito. Para oferecer aos associados a garantia prestada pelo FGS, as singulares interessadas são submetidas a rigoroso processo de avaliação, instituído por regulamento próprio, de forma que o direito à cobertura de todas as cooperativas participantes possa ser assegurado. Atualmente, a regulamentação do FGS prevê a cobertura dos depósitos à vista e a prazo dos associados das cooperativas singulares participantes, até o valor de R$ 250 mil, identificados por CPF ou CNPJ. Além disso, presta cobertura em processos de incorporação em que a cooperativa incorporada apresente estado de insolvência. Para mais informações acesse www.sicoob.com.br.

 

Com o intuito de incrementar a qualidade dos serviços prestados aos associados, as cooperativas singulares do Sicoob se organizaram e constituíram as cooperativas centrais de crédito, como forma de ampliar ainda mais a capacidade de atendimento. Trata-se de instituições independentes, promotoras da integração regional e nacional das entidades do Sistema. O Sicoob possui 14 cooperativas centrais as quais atuam proativamente na prevenção e correção de situações que acarretem risco para a solidez das cooperativas filiadas e do Sistema Sicoob. Elas prestam diversos serviços, entre os quais: centralização dos recursos captados pelas singulares; padronização e supervisão de sistemas operacionais e de controle de depósitos e empréstimos; supervisão auxiliar; educação e capacitação; adoção de medidas corretivas; assessoria jurídica; compras em comum; intercâmbios para qualidade e treinamento profissional.

 

A prestação de tais serviços propicia a redução de custos e o fortalecimento do Sistema perante o mercado, mediante a união de projetos e de forças. Serve de alicerce para empreendimentos cooperativos, que buscam encontrar soluções dos problemas comuns e desejos coletivos. Para conhecer e se informar sobre o Sicoob Central Cecremge, que representa sua cooperativa, acesse www.cecremge.org.br.


Regulamentação

 

O diploma que define a Política Nacional de Cooperativismo, institui o regime jurídico das sociedades cooperativas, e dá outras providências, é a Lei 5.764, de 16/12/1971. Essa lei regulamenta, genericamente, o funcionamento de todos os ramos do cooperativismo. As cooperativas de crédito são definidas como instituições financeiras, conforme disposto no art. 18, § 1º, da Lei 4.595, de 31/12/1964, que regulamentou o Sistema Financeiro Nacional. Em 17/4/2009, foi aprovada a Lei Complementar 130 que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e revoga dispositivos das Leis n.º 4.595, de 31 de dezembro de 1964, e 5.764, de 16 de dezembro de 1971. Esse diploma solucionou muitas dúvidas na gestão de cooperativas de crédito, a propósito de assuntos não abrangidos pela legislação até então existente. Dessa forma, as cooperativas de crédito estão sujeitas, conforme art. 1º, § 1º, LC 130, à regulação e à supervisão do Banco Central do Brasil que, inclusive, é responsável pela avaliação do cumprimento, pelas instituições financeiras, das determinações contidas nas resoluções do Conselho Monetário Nacional. Para efeito de regulação e de supervisão, o Banco Central trata as cooperativas de forma similar aos bancos, instituindo os mais diversos procedimentos e controles para as atividades exercidas. Além da regulação do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central, as cooperativas de crédito singulares, têm regulação própria interna e também estão sujeitas às regulamentações estipuladas pelas cooperativas centrais e, no nosso caso, pelo Sicoob Confederação. Estão sujeitas as cooperativas, então, à obediência aos ditames da Lei 5.764/1971, da Lei 4.595/1964 – em decorrência dessa última, às determinações do Banco Central –, da Lei Complementar 130/2009, dos estatutos sociais próprios, dos regimentos internos e dos normativos das cooperativas centrais e do Sicoob Confederação.

 

Aplicam-se, também, às cooperativas, no que couberem, as leis tributárias federais, estaduais e municipais. Para mais informações acesse www.bcb.gov.br.


Cooperativas de Crédito x Bancos

 

Principais diferenças entre as cooperativas e os bancos:

 

  • As cooperativas de crédito são sociedades de pessoas e não de capital, em que o poder de decisão está na efetiva participação dos sócios e não na detenção de quotas de capital social na instituição;
  • As cooperativas de crédito têm como objetivo a captação e administração de recursos ou depósitos, empréstimos e prestação de serviços aos cooperados, independentemente da ideia de, como pessoa jurídica, obter vantagens para si, em detrimento do resultado do sócio, este investido da dupla qualidade: de associado e cliente das operações e dos serviços cooperativos;
  • Suas operações estão restritas ao quadro associativo que é constituído de pessoas físicas e jurídicas;
  • Os resultados (sobras) são distribuídos entre os sócios, proporcionalmente ao volume de operações que realizaram durante o exercício;
  • Nas Cooperativas o controle é democrático (1 pessoa = 1 voto) enquanto que nos Bancos o controle é exercido a partir da participação do capital;
  • As relações obrigacionais entre sócio e cooperativas não se confundem com a de fornecedor e consumidor, pois estas são caracterizadas como atos cooperativos, com tratamento próprio na legislação cooperativista;
  • É vedada a transferência de quotas-partes (capital social) a terceiros, enquanto que nos Bancos a transferência do capital (ações) pode ser feita livremente (bolsas de valores);
  • Sobre o resultado não incide tributação (Imposto de Renda e Contribuição Social (CSSL)), em face da tributação se dar na pessoa física do associado.

 

Tão distinta é a Cooperativa de Crédito que às suas operações e serviços não se aplicam os dispositivos do Código de Defesa do Consumidor. Os negócios jurídicos internos das sociedades cooperativas - os atos cooperativos - decorrem da condição de proprietário e usuário que ostenta o cooperado. Não seria eficaz este reclamar dele próprio, uma vez que aderiu ao estatuto social da sociedade, o qual estabelece a responsabilidade dos sócios pelos negócios jurídicos da mesma.

 

 

 

 

 

 

 

 

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