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História

           A criação da Coopercorreios foi conquistada com muita luta, persistência e, principalmente, vontade. Mesmo que hoje não possua o tamanho que todos nós desejamos, a Coopercorreios é muito maior do que esperávamos.

 
            Inicialmente, a convite do Adjunto João José Pinto Reis, com o apoio do Diretor Regional Marcelo de Araújo Rodrigues, Fernando Antônio Campos Pinto Coelho, fundador e presidente da AMAAPEC e da AREC, foi ao Rio de Janeiro, juntamente com o Gerente de Recursos Humanos, Jesus Rios, a fim de se reunir com os diretores da Previ do Banco do Brasil, para conhecer o serviço de assistência médica deles e propor-lhes o estudo de um convênio para atendimento a todos os funcionários e aposentados da ECT no Brasil. Fernando permaneceu lá para, juntamente com o Presidente da Associação do Aposentados dos Correios do Rio, Cordelito Oliveira Sales, visitar a cooperativa dos empregados da ECT, fundada há mais de 20 anos, contando com mais de 10 mil associados e com um vultuoso capital, emprestando aos seus associados a juros inferiores aos praticados pelos bancos. Participou de várias reuniões com o presidente da cooperativa, Cosme Renato Rattes, um grande idealista em cooperativismo, com enorme experiência, juntamente com o contador na época, Júlio Veiga de Almeida. Fernando, ao retornar, relatou a Marcelo e a João José o que havia encontrado por lá. Muito motivado, aceitou dos mesmos a incumbência de fundar uma cooperativa que viesse atender a toda Minas Gerais, desde que pudesse contar com o irrestrito apoio da diretoria regional.
            Após muitas idas e vindas à Central das Cooperativas (CECREMGE) e ao Banco Central, com a formalização de toda documentação necessária, o Banco Central, dias antes de dar entrada nessa documentação, passou a exigir um capital mínimo num valor cinco vezes maior que o capital exigido anteriormente. Como era impossível conseguir esse valor, desistiram inicialmente da idéia. Num dos retornos à CECREMGE, Fernando foi orientado pelo assessor Hélio Duarte Moreira dos Santos sobre a existência de uma cooperativa dos funcionários dos Correios em Juiz de Fora, a CREDICOR. Esta, após 26 anos de funcionamento,com apenas 54 associados e, devido às despesas com funcionários, aluguéis, despesas administrativas, telefone, etc., não possuindo renda suficiente para sua manutenção, seria liquidada pelo Banco Central. Orientado que poderia atualizar os estatutos, aumentar a área de atuação e transferir a sede para Belo Horizonte, Fernando foi por várias vezes a Juiz de Fora, conseguindo o apoio de todos, principalmente da Presidente, na época, Maria do Carmo de Castro. Preocupado com a dificuldade de conseguir quorum suficiente em uma Assembleia Geral para aprovar essas modificações, Fernando depositou R$ 576,00 referentes a contribuição de outubro e novembro de 36 associados (mensalidade de R$ 8,00). Retornando a Belo Horizonte, conseguiu relacionar os nomes dos 36 sócios, pois somente poderiam votar na Assembleia Geral os cooperados inscritos até a data de publicação do edital, convocando para a Assembleia Geral. Fernando retornou a Juiz de Fora e pagou a publicação do edital no Jornal Regional de Juiz de Fora, publicado no dia 29 de outubro de 1999, na página 5.
            A Assembleia Geral Extraordinária ocorreu dia 25 de novembro de 1999. Com a participação de Fernando Antônio  e de Paulo Arlindo, entre outros, e a orientação do Sr. Hélio Duarte, sendo oficialmente reformulado todo o estatuto, como já estava previsto, mudando-se o nome da cooperativa para: Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos do Estado de Minas Gerais LTDA – COOPERCORREIOS. Essa alteração ocorreu com a presença de seis cooperados de Juiz de Fora e 26 de Belo Horizonte, transportados num ônibus fretado para esse fim. Tal como previsto por Fernando, se os 26 cooperados de Belo Horizonte não tivessem comparecido à Assembleia, esta seria cancelada por falta de quorum. Participaram, ainda, da Assembleia, na qualidade de convidados: o Sr. Hélio Duarte, assessor especial da Cecremge, Sr. Ivan César Cavalheiro, presidente da Cooperativa da Santa Casa de Juiz de Fora, Sr.ª Sônia, representando a cooperativa da Telemar e o Sr. Carlos Vilella Martins, gerente regional dos Correios em Juiz de Fora. A Coopercorreios começava suas atividades com um capital inicial de R$ 1.800,00, sendo eleita, a partir dessa data, a primeira diretoria: Fernando Antônio Campos Pinto Coelho, como diretor presidente, José Pereira Gonzales, como diretor administrativo, Paulo Arlindo Magalhães, diretor financeiro, Duílio de Melo Franco, Messias Godoy Filho, José Carlos Celeste e Paulo Emílio Ataíde, todos compondo o Conselho de Administração. Para o conselho fiscal foram eleitas Ângela de Oliveira Mathias, Maria do Carmo de Castro e Maria Inês de Siqueira como titulares e os suplentes Roberto Mauro Pereira, Maria Eutália Ferreira dos Santos e Holneymar Sebastião Lage.    
Participaram também dessa primeira reunião: Dilma Macedo Scaldini, Maria de Lourdes Collucci, Vicente Eustáquio Alves Lima, Edimar Antônio Diamantino, Cacilda Alves Machado Morais, Geraldo Magela Martins, Jesus Antônio Rios, Weimar Lisboa Batista e Ana Maria Maduro. A homologação da Coopercorreios  pelo Banco Central do Brasil foi no dia 29 de março de 2000, data em que foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).
Dessa maneira, vencendo obstáculos dificílimos, foi estabelecida a Coopercorreios. Devido ao apoio da Diretoria Regional e aos funcionários da ECT, que desde o início acreditaram no empreendimento. Junto com um trabalho baseado na colaboração recíproca, transparência e na ética profissional, a nossa cooperativa vem crescendo cada vez mais.
Ao iniciarmos em janeiro de 2000, com o capital de R$ 1800,00, necessitávamos urgente de conseguir junto a alguns colegas, amigos e familiares, que acreditando em nosso empreendimento, aplicassem seus recursos na cooperativa para que pudéssemos iniciar os empréstimos. O valor arrecadado,  com a participação dessas pessoas, foi de R$ 43.600,90. Foi uma surpresa gratificante. Muitos duvidavam, mas encontramos pessoas que nos incentivaram, colocando sobre nossa guarda valores substanciais. O primeiro local onde instalamos nossa sede foi em uma pequena sala, cedida pela ECT, situada em sua sede, juntamente com alguns móveis. Inicialmente nossa escrituração, como livros, diários, caixa, era feita manualmente. Como um milagre multiplicamos nossos recursos e pudemos emprestar aos primeiros cooperados valores de R$ 100,00 a R$ 300,00, atendendo a todos que nos procuraram.
             Agradecemos também o apoio de todos os funcionários da Cecremge, em especial Luiz Gonzaga Viana Lajes, Pérola Aparecida Salles, Vilmar José Petes (na época, superintendente), Raimundo Sérgio Campos e Irany Márcia Pimenta. Agradecemos também pelas instruções que recebemos do presidente da Coopsef (Cooperativa dos Funcionários da Secretaria Estadual da Fazenda de MG), Sr. Dílson José de Rezende, do superintendente José Francisco e do contador da entidade na época de nossa criação, José Agnaldo Nunes. Aos primeiros aplicadores: Alex Agostinho da Silva, Elias Barbosa de Oliveira, Fernando Antônio Campos Pinto Coelho, Fernando Vieira Pinto Coelho, Guilherme de Oliveira Barros, Hudson Eustáquio M. Assunção, José Maria Riani Filho, Lúcia Auxiliadora de Menezes A. Moreira, Marília Avelar Bombinho, Newton Geraldo Correia, Noraldino Delvaux Pinto Coelho, Paulo Arlindo Magalhães e Rodrigo Rosa dos Santos, o nosso muito obrigado!
            Reconhecemos que a existência da Coopercorreios só foi possível graças a brilhante ideia de um grupo de empregados dos Correios de Juiz de Fora (Maria Joana Bastos, Ewaldo loures Coelho, Altair Pascoalina de Oliveira, Nancy Mattos, Helena Sansão, Raul de Oliveira, Jorge José da Silveira, Waldemar de Aquino, Lúcia Vieira, Jorge da Silva, Auzier Bents, Agmar Almeida, Izaura Martins, José Raimundo Teixeira, Vânia Maria Maciel, Flora da Silva, Enéas Cornélio, Maria Célia Masiero, Léa Lopes e Wanda Esther Schimitz). Eles são sócios fundadores da cooperativa, criada no dia oito de fevereiro de 1974. É elogiável o grandioso trabalho da diretoria da época, nas pessoas da diretora-presidente Maria do Carmo de castro, do diretor financeiro Vicente de Paula Batista e do diretor administrativo Sebastião Neves da Silva. A garra deles impediu o fechamento da Credicor, hoje Coopercorreios.
 
 

 

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